Vitoria Regina Barbosa Maciel
quinta-feira, 23 de janeiro de 2025
sexta-feira, 20 de dezembro de 2024
domingo, 1 de dezembro de 2024
quinta-feira, 28 de novembro de 2024
Espaço escolhido EA + Rede de Implicações (em grupo)
Rede de implicações do corredor do pátio:


Grupo: Ana Carolina, Eduardo, Fabiana, Maria Eduarda Garcia, Raissa, Sol, Vitoria Regina.
quarta-feira, 27 de novembro de 2024
Storyboard + Stopmotion em grupo
Descrição:
-Quando duas peças se encaixam, suas cores mudam de forma aleatória. Caso sejam desencaixadas, retornam a suas cores originais.
-Cada peça tem uma nota definida. Temos 7 peças com notas que vão de Dó a Si. Exemplo: Retângulo= Ré, Boomerang= Fá, Hexagono= Só, Retângulo= pequeno Mi..... Não sendo obrigatório utilizar todas as peças.
-Cada peça tem 3 encaixes, cada encaixe significa uma altura diferente: grave, agudo e médio. Exemplo: Retângulo tem 3 encaixes= Ré agudo, Ré grave, Ré médio....
-Toda peça que é tocada emite a sua nota respectiva, e quando é encaixada com outra tocam ao mesmo tempo as notas de acordo com o lugar que são encaixadas.
-Toda peça que é retirada (desencaixada) emite a sua nota respectiva, entretanto, meio tom acima, ou seja, sustenido. Exemplo: Se desencaixar o retângulo do boomerang, o retângulo vai tocar a nota Fá sustenida.
Grupo: Ana Carolina, Fabiana Vieira, Maria Eduarda Garcia, Vitoria Regina.
segunda-feira, 18 de novembro de 2024
Parágrafo sobre o texto ¨Por uma arquitetura virtual: uma crítica das tecnologias digitais¨ de Ana Paula Baltazar
Principais tópicos:
•Virtual e digital não são sinônimos.
•Virtual não é, necessariamente, digital, embora possa ser, e o digital, na maioria das vezes, não é virtual.
•Para Pierre Lévy, existem duas ordens para as coisas: uma substância, em que estão situados o potencial e o real, e uma do evento, onde estão situados o virtual e o atual.
•No cotidiano, podemos dizer que sempre que usamos um espaço estamos ativando a ordem do evento, ou seja, estamos atualizando o espaço. E, quando projetamos, estamos trabalhando geralmente apenas com a ordem da substância, potencializando e realizando espaços. O problema é que a arquitetura projeta a substância representando nesta uma gama restrita de usos (atualizações) previstos.
•Quando projetamos geralmente pré-definimos sua possibilidades de uso deixando muito poucas alternativas para usos que não foram pré-determinados. Porém, podemos vislumbrar tanto um processo de projeto quanto uma arquitetura que sejam verdadeiramente virtuais (como um processo aberto que estabelece continuidade entre processo e uso e não como um produto acabado estabelecendo ruptura entre projeto e uso).
•Digital é uma ferramenta (foco na substância com uso pré-programado).
•Virtualizar: dar um novo sentido a um objeto sem modificar sua estrutura. Ex: a cadeira, que tem como função principal servir de assento, é usada para subir e pegar algo que está mais alto.
•Portencializar: olhar para um objeto, visualizando uma ação futura, e enxergar potencial de transformação. Ex: árvore = cadeira.
•Atualizar: substância muda, flexibilizando o evento.
•Aberto à mão: abre possibilidades.
•O Familistério de Godin garantia a liberdade por não ser um projeto baseado na substância, mas no evento.
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Tópicos que mais chamaram minha atenção: * Não mais quem possui objetos (matérias-primas), mas quem sabe programar (quem domina) tem o poder...

















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