Prova:

Rede de implicações do corredor do pátio:


Grupo: Ana Carolina, Eduardo, Fabiana, Maria Eduarda Garcia, Raissa, Sol, Vitoria Regina.
Descrição:
-Quando duas peças se encaixam, suas cores mudam de forma aleatória. Caso sejam desencaixadas, retornam a suas cores originais.
-Cada peça tem uma nota definida. Temos 7 peças com notas que vão de Dó a Si. Exemplo: Retângulo= Ré, Boomerang= Fá, Hexagono= Só, Retângulo= pequeno Mi..... Não sendo obrigatório utilizar todas as peças.
-Cada peça tem 3 encaixes, cada encaixe significa uma altura diferente: grave, agudo e médio. Exemplo: Retângulo tem 3 encaixes= Ré agudo, Ré grave, Ré médio....
-Toda peça que é tocada emite a sua nota respectiva, e quando é encaixada com outra tocam ao mesmo tempo as notas de acordo com o lugar que são encaixadas.
-Toda peça que é retirada (desencaixada) emite a sua nota respectiva, entretanto, meio tom acima, ou seja, sustenido. Exemplo: Se desencaixar o retângulo do boomerang, o retângulo vai tocar a nota Fá sustenida.
Grupo: Ana Carolina, Fabiana Vieira, Maria Eduarda Garcia, Vitoria Regina.
Principais tópicos:
•Virtual e digital não são sinônimos.
•Virtual não é, necessariamente, digital, embora possa ser, e o digital, na maioria das vezes, não é virtual.
•Para Pierre Lévy, existem duas ordens para as coisas: uma substância, em que estão situados o potencial e o real, e uma do evento, onde estão situados o virtual e o atual.
•No cotidiano, podemos dizer que sempre que usamos um espaço estamos ativando a ordem do evento, ou seja, estamos atualizando o espaço. E, quando projetamos, estamos trabalhando geralmente apenas com a ordem da substância, potencializando e realizando espaços. O problema é que a arquitetura projeta a substância representando nesta uma gama restrita de usos (atualizações) previstos.
•Quando projetamos geralmente pré-definimos sua possibilidades de uso deixando muito poucas alternativas para usos que não foram pré-determinados. Porém, podemos vislumbrar tanto um processo de projeto quanto uma arquitetura que sejam verdadeiramente virtuais (como um processo aberto que estabelece continuidade entre processo e uso e não como um produto acabado estabelecendo ruptura entre projeto e uso).
•Digital é uma ferramenta (foco na substância com uso pré-programado).
•Virtualizar: dar um novo sentido a um objeto sem modificar sua estrutura. Ex: a cadeira, que tem como função principal servir de assento, é usada para subir e pegar algo que está mais alto.
•Portencializar: olhar para um objeto, visualizando uma ação futura, e enxergar potencial de transformação. Ex: árvore = cadeira.
•Atualizar: substância muda, flexibilizando o evento.
•Aberto à mão: abre possibilidades.
•O Familistério de Godin garantia a liberdade por não ser um projeto baseado na substância, mas no evento.
O texto aborda sobre os diferentes tipos de interatividade, reforçando que o que as vezes acreditamos, em boa parte dos casos, ser uma forma de diálogo, pode ser apenas uma resposta reativa a um comando, que já está pré-estabelecida. A verdadeira interatividade ocorre quando há troca de informações de forma contínua e construtiva. Principalmente, quando não há um roteiro a ser seguido e tudo acontece de maneira espontânea. Tal proposta dificilmente é encontrada em relações envolvendo máquinas, sendo muito mais comuns entre pessoas, mas ainda sim é possível, com tecnologias mais avançadas na questão de engajamento.
As exposições de Arqueologia e Artes e Ofícios abordam muitos dos instrumentos utilizados pela humanidade na vida cotidiana, porém de épocas distintas. A primeira retrata utensílios de alguns milhares de anos atrás, já na segunda temos objetos relativamente recentes dos últimos séculos. O mais interessante é que mesmo depois de tanto tempo, a maioria possui quase o mesmo design do período em que surgiram, ou seja, o que temos em seguida é sempre a representação de algo anterior, porém de forma evoluída. Então, mesmo não lendo a descrição de cada artefato, podíamos pressupor o que era e a sua utilidade. Entretanto, é perceptível que a questão da interatividade não permaneceu totalmente; os objetos, que antes exigiam um controle manual e constante, foi substituído, em grande parte, por tecnologias de caráter autônomo, que não necessitam de auxílio humano contínuo e realizam um processo já pré-estabelecido em seu programa (o que nos transporta a última discussão em aula: a “interatividade não-interativa”, que interage com a interface, mas não com o conteúdo).
O texto faz referência a alguns tópicos discutidos em sala. Foi mencionada a questão das exposições de arte, que não, necessariamente, precisam ser algo duradouro e imutável, e isso é tratado ao longo dessa leitura sobre os objetos de uso. Pode ser que eles tenham somente o objetivo de transmitir uma mensagem de acordo com aquele momento (social, cultural, etc), além de criar uma interação com o ambiente e as pessoas ali presentes, mas que não significará para sempre a mesma coisa, porque o mundo muda, sendo apenas um meio para um fim, que pode e deve ser descartado posteriormente (separação do conceito de objeto, que já cumpriu sua função, do conceito de matéria). Nos cabe saber se o que estamos criando será uma mediação positiva ou negativa; se contribuirá para seguirmos no sentido certo (progresso), como um degrau ajudando a chegar no topo (de maneira que impacte o menos possível no sentido negativo), ou servirá como exemplo do que não fazer. Dessa maneira, há uma forma de liberdade, mas dentro de escolhas responsáveis.
Principais tópicos:
-> Objeto: material ligado ao uso cotidiano \ Não-objeto: não se esgota as referências de uso e sentido, porque não se insere na condição do útil e da designação verbal.
-> A não-figuração, embora apresente um grau maior de abstração, ainda se mantém presa a representação do objeto.
-> O quase objeto é a representação de um objeto real, enquanto o não-objeto não representa nada, mas apenas se apresenta. Por não se referir a nenhum objeto real; por ser o aparecimento primeiro de uma forma, funda em si mesmo sua significação.
-> É mostrado e exemplificado como a teoria do não-objeto se aplica as artes (pintura, escultura, poema, por exemplo).
-> Moldura e base são elementos de linguagem representativa, mesmo se as formas são abstratas, porque delimitam o espaço da arte, impedindo-a que verta pelo mundo.
O texto faz referência as últimas leituras de Flusser repassadas em aula. Trata-se da magia como sinônimo de imaginação e dos limites que são impostos pela tecnologia na interpretação do mundo em geral, mas, especificamente, da arte, que deixa de ser um processo livre e criativo para um que já é pré-estabelecido e restritivo, impossibilitando interações verdadeiras. Como por exemplo: caixa de música (interatividade ¨não-interativa¨, porque interage com a interface, porém não com o conteúdo) vs piano (interatividade-interativa, porque mesmo que haja um número finito de possibilidades, você tem domínio sobre o conteúdo\pode alterá-lo).
Eu achei a obra super bonita, o jogo de luzes sobre os fios metálicos dourados, o fundo escuro da galeria… Tudo trouxe muito destaque! As linhas retilínas com o fundo preto traziam uma perspectiva de infinitude… lembram raios solares. Particularmente, não consegui associar a obra a descrição, que no caso faziam referência a teias de aranha, principalmente, pela falta de geometria.
Consegui associar as linhas dos fios com as arestas do prédio. Cada linha seguia por um sentido diferente, umas mais retas, outras mais na diagonal. Isso é uma característica do prédio, que não é 100% quadricular, é como se fosse um cubo dentro de outro mais inclinado.
O caminho da porta da galeria até a obra é complexo, quase que completa escuridão. Nós nos guiávamos pelo tato e parecia como em um labirinto, que davamos algumas voltas, virávamos algumas “esquinas” até que chegamos ao centro da galeria e nos deparávamos com aquela luz dourada no “fim do túnel” super bonita.
O prédio, embora não se insira na paisagem de forma natural, devido ao seu formato geométrico, de certa forma não me causou estranheza. Por algum motivo me remeteu a uma pirâmide, acredito que devido a sua base quadricular e pela pequena “trilha” que percorremos até ela, o que dava uma aparência um pouco isolada, apesar de não muito afastada da recepção. A cor externa era um bege que se misturava com a cor do caminho que percorremos.
Sobre o Inhotim, fiquei maravilhada com tanta informação. A variedade de obras e temas abordados, de plantas e de animais exóticos que vi pelo caminho... sem dúvida, me agregou muito culturalmente. Um lugar lindo e aconchegante, que só gostaria de ter tido mais tempo para conhecer melhor.