Eu achei a obra super bonita, o jogo de luzes sobre os fios metálicos dourados, o fundo escuro da galeria… Tudo trouxe muito destaque! As linhas retilínas com o fundo preto traziam uma perspectiva de infinitude… lembram raios solares. Particularmente, não consegui associar a obra a descrição, que no caso faziam referência a teias de aranha, principalmente, pela falta de geometria.
Consegui associar as linhas dos fios com as arestas do prédio. Cada linha seguia por um sentido diferente, umas mais retas, outras mais na diagonal. Isso é uma característica do prédio, que não é 100% quadricular, é como se fosse um cubo dentro de outro mais inclinado.
O caminho da porta da galeria até a obra é complexo, quase que completa escuridão. Nós nos guiávamos pelo tato e parecia como em um labirinto, que davamos algumas voltas, virávamos algumas “esquinas” até que chegamos ao centro da galeria e nos deparávamos com aquela luz dourada no “fim do túnel” super bonita.
O prédio, embora não se insira na paisagem de forma natural, devido ao seu formato geométrico, de certa forma não me causou estranheza. Por algum motivo me remeteu a uma pirâmide, acredito que devido a sua base quadricular e pela pequena “trilha” que percorremos até ela, o que dava uma aparência um pouco isolada, apesar de não muito afastada da recepção. A cor externa era um bege que se misturava com a cor do caminho que percorremos.
Sobre o Inhotim, fiquei maravilhada com tanta informação. A variedade de obras e temas abordados, de plantas e de animais exóticos que vi pelo caminho... sem dúvida, me agregou muito culturalmente. Um lugar lindo e aconchegante, que só gostaria de ter tido mais tempo para conhecer melhor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário