O texto faz referência as últimas leituras de Flusser repassadas em aula. Trata-se da magia como sinônimo de imaginação e dos limites que são impostos pela tecnologia na interpretação do mundo em geral, mas, especificamente, da arte, que deixa de ser um processo livre e criativo para um que já é pré-estabelecido e restritivo, impossibilitando interações verdadeiras. Como por exemplo: caixa de música (interatividade ¨não-interativa¨, porque interage com a interface, porém não com o conteúdo) vs piano (interatividade-interativa, porque mesmo que haja um número finito de possibilidades, você tem domínio sobre o conteúdo\pode alterá-lo).
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