Principais conceitos que mais me chamaram a atenção:
_ Imagem finalística: se deve ao destino; propósito; resultado final. Segundo o autor, esta falha porque explica o presente pelo futuro, isto é, o concreto pela abstração ¨ainda não¨. Como já está predestinado, isso exclui a possibilidade de liberdade.
_ Imagem causalística: se deve à situações prévias; uma espécie de evolução. Segundo o autor, esta falha porque explica o presente pelo passado, isto é, o concreto pela abstração ¨já não¨. Como é uma relação de causa e feito, também não tem-se liberdade de escolha.
_ Imagem programática: se deve ao acaso; possibilidades; jogo ao qual todas as virtualidades, até as menos provavéis, se realizarão necessariamente; visão do absurdo. Se inclui o caso, permite a opção de escolha, logo, a liberdade.
* Os programas, embora projetados por programadores, se automatizam.
* E surgem sempre mais frequentemente aparelhos que foram programados por outros aparelhos.
* O que devemos aprender é assumir o absurdo (na política e na existência humana em geral), se quisermos emancipar-nos do funcionamento.
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