segunda-feira, 7 de outubro de 2024

Analogia sobre o livro “Filosofia da caixa preta” (até o capítulo 3)

Ao longos dos 3 parágrafos, o texto conta a evolução das imagens tradicionais até as imagens técnicas e, por fim, os aparelhos, desenvolvendo a ideia de que, ao invés do homem se servir das imagens em função do mundo, acaba vivendo em função das próprias imagens. Isso é exemplificado quando é citado a relação entre fotógrafo e câmera, onde o fotógrafo é o funcionário buscando aprender cada vez mais sobre seu programa. Pode-se notar semelhança com o último texto que lemos sobre os direitos dos objetos, que trabalha essa mesma questão de sua centralização em nossas vidas. Além disso, o texto aborda as divergências entre imagens e textos no que diz respeito à liberdade de interpretação e, ao mesmo tempo, como também se complementam. O nome “caixa preta” representa a visão limitada que temos sobre as imagens, fazendo delas o resumo do mundo; não abrimos espaço para imaginar, dando lugar a alienação em massa. Acredito que o intuito principal do texto, até então, tenha sido trazer essa reflexão interior a nós, os leitores, para que voltemos a pensar “fora da caixa”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Caderno técnico (trabalho final)